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10 pecados que boas mães também cometem

 

 

mae saboichona

Mãe sempre se sente culpada!Mãe e culpa andam  juntas! E quando a gente resolve cometer alguns “pecados”….como os listados abaixo? Super normal! Além destes itens, tenho certeza que existem milhares de outros….

Quem concorda?

1. Comem escondidos chocolates e guloseimas

Especialmente quando estamos naqueles dias de TPM, difíceis de controlar a vontade por chocolates, precisamos ter no armário bem escondidinho aquela barra e bem na hora do soninho da tarde, sentar e nos deliciar com essa maravilha.

2. Deixam os filhos dormir sem tomar banho

Naquele dia que você saiu pra lá e pra cá com a criança, se divertiram e chegaram em casa tarde, o pequeno dormiu no carro, então você o coloca com todo cuidado na cama e passa um lenço umedecido, pronto, todos podem descansar.

 

3. Escondem alguns brinquedos

Mesmo que seu filho tenha gostado daquele barulhento brinquedo, ou então daquele brinquedo grande que derruba todas as coisas da casa, uma hora ele vai enjoar, e nessa hora você aproveita e esconde! Lembre-se, é a paz que está em jogo.

 

4. Afirmam que voltam lá amanha

Ou então afirmam: Na volta compramos. Mentirinhas, necessárias às vezes para acalmar birras terríveis ou evitar que as crianças se transformem na rua e passemos vergonha.

 

5. Negam besteiras no mercado

Mesmo você tendo dinheiro suficiente para aquele doce ou brinquedo, quem nunca negou algo no mercado ao filho dizendo que o dinheiro acabou?

 

 

6. Deixam os filhos uma hora na TV

Não todos os dias, mas como um ser humano normal irá conseguir fazer todas as tarefas da casa ou trabalhar em casa em seu computador sem apelar para essa prática? Se alguém sabe como fazer, por favor, jamais deixe de me contar.

 

7. Concordam com absurdos dos filhos

A criança pergunta e pergunta muitas vezes a mesma coisa, você começa explicando o porquê não, explica as razões e circunstâncias e tudo, ainda assim o serzinho insiste e insiste, você não dá ou não faz, mas concorda e afirma: depois!

8. Esquecem de trocar as fraldas

Um dia com a casa cheia de visitas, um dia com um passeio mais longo, um dia com uma rotina corrida, um dia esquecemos de trocar as fraldas do bebê coitadinho, mesmo que nos esforcemos para ter horários certinhos pode acontecer.

 

9. Criam receitas para esconder algum alimento

Mesmo sabendo que a criança não gosta de beterraba, escondemos uma beterraba ou na papinha ou junto ao suco de laranja, é uma tentativa de enganá-la, ohh é sim, mas a beterraba é rica em ferro e queremos evitar a anemia.

 

10. Dormem sem contar a história até o final

Ou sem contar história nenhuma, quando menos percebemos dormimos antes da criança, o cansaço do corpo fala mais alto do que o instinto protetor em algumas horas.

Mães, não se culpem tanto e muito menos julgue outra mãe por fazer algumas dessas coisas, você não imagina como foi o dia dessa mãe nem sequer as circunstâncias que a levaram a fazer alguns desses pecadinhos. Via família

 

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A questão relevante sobre o grito

A questão relevante sobre o grito

Quando eu me tornei uma mãe que gritava, eu descobri que estava destruindo meus filhos e a mim mesma. Conheça minha história.

Texto do site Familia.

  • Eu amo os bilhetes que recebo de meus filhos – sejam eles apenas rabiscos em uma folha amarela ou escritos em caligrafia perfeita e papel alinhado. Mas o poema do Dia das Mães que recentemente recebi da minha filha de 9 anos de idade foi especialmente significativo. Na verdade, a primeira linha do poema prendeu minha respiração e lágrimas quentes deslizaram pelo meu rosto.”A coisa mais importante que eu posso dizer sobre a minha mãe é… que ela está sempre pronta a me apoiar, mesmo quando eu estou em apuros.”Mas nem sempre foi assim.

    Em meio às distrações da minha vida, comecei uma nova prática muito diferente da forma como eu havia me comportado até aquele ponto. Eu me tornei uma mãe que gritava. Não era sempre, mas era intenso – como um balão extremamente inflado que fazia com que todos ao alcance da minha voz se sobressaltassem com medo.

    Então, como minhas meninas, na época com 3 e 6 anos de idade, me fizeram começar com isso? Foi no modo como uma insistia em correr para buscar mais três colares de contas e os seus óculos de sol rosa favoritos quando já estávamos atrasados? Foi na maneira como a outra tentou servir-se sozinha de cereal e derramou a caixa inteira no balcão da cozinha? Foi quando uma delas caiu e quebrou o meu anjo de vidro especial no piso de madeira depois de ter sido avisada para não tocá-lo? Foi por que elas lutavam contra o sono quando eu precisava de um pouco mais de paz e tranquilidade? Ou foi quando brigavam por coisas ridículas como quem seria o primeiro a sair do carro ou quem tem o maior sorvete?

    Sim, eram esses percalços normais, questões e atitudes típicas de crianças que me irritavam a ponto de perder o controle.

    Isso não é algo fácil de escrever. E também não foi um momento fácil na minha vida para reviver, porque verdade seja dita, eu me odiava nesses momentos. O que acontecia comigo para que precisasse gritar com as duas pequenas e preciosas pessoas que eu amo mais do que a vida?

    Deixe-me dizer-lhe o que tinha acontecido comigo.

  • Distrações

    O uso excessivo do telefone, a sobrecarga de compromissos, várias páginas de listas de tarefas, e a busca da perfeição me consumiam. E gritar com as pessoas que eu amava era um resultado direto da perda de controle que eu estava sentindo na minha vida.

    Inevitavelmente, acabaria por desmoronar em algum lugar. Então eu desmoronei a portas fechadas na companhia das pessoas que mais significam para mim.

    Até um dia fatídico.

    Minha filha mais velha subiu em um banquinho e foi atingida por algo que caiu na despensa e ela acidentalmente entornou um saco inteiro de arroz no chão. Com um milhão de minúsculos grãos no chão parecidos com a chuva, os olhos de minha filha se encheram de lágrimas. E foi aí que eu vi – o medo em seus olhos quando ela se preparou para o discurso de sua mãe.

    Ela está com medo de mim, eu pensei, com a conscientização mais dolorosa que se possa imaginar. Minha filha de seis anos de idade está com medo da minha reação ao seu erro inocente.

    Com profunda tristeza, percebi que eu não era o tipo de mãe que eu queria para meus filhos conviverem e nem era assim que eu queria viver o resto da minha vida.

    Dentro de algumas semanas depois desse episódio, eu tive meu momento de colapso e ruptura – foi a conscientização dolorosa que me impulsionou à jornada do Hands Free. Chegara a hora de deixar ir a distração e entender o que realmente importava. Isso foi há dois anos e meio atrás – dois anos e meio de lenta batalha para diminuir a distração e excesso de eletrônicos na minha vida… Dois anos e meio para me livrar do padrão inatingível de perfeição e da pressão da sociedade para “fazer tudo”. Ao deixar de lado minhas distrações internas e externas, a raiva e o estresse reprimidos dentro de mim lentamente se dissiparam. Com nova clareza eu era capaz de reagir aos erros e às injustiças de minhas filhas de uma forma mais calma, compassiva e razoável.

    Comecei a dizer coisas como: “É apenas xarope de chocolate. É só limpar e a bancada ficará tão boa como se fosse nova.”

    (Mudei do suspiro exasperado e revirar de olhos para uma boa atitude).

    Eu me ofereci para ajudar com a vassoura enquanto ela varria um mar de flocos de cereais que cobriam o chão.

    (Em vez de pular em cima dela com um olhar de desaprovação e aborrecimento total).

    Eu a ajudei a pensar por onde ela poderia ter deixado seus óculos.

    (Em vez de envergonhá-la por ser tão irresponsável).

    E nos momentos em que a total exaustão e o choramingar incessante estavam prestes a me derrubar, eu entrava no banheiro, fechava a porta, e dava a mim mesma um momento para esfriar a cabeça e me lembrar que elas são crianças e as crianças cometem erros. Assim como eu.

    E ao longo do tempo, o medo que uma vez brilhou nos olhos de minhas filhas quando estavam com problemas desapareceu. E graças a Deus, eu me tornei um refúgio em seus momentos de dificuldade, em vez de o inimigo do qual queriam correr e se esconder.

    Não estou certa de que eu teria pensado em escrever sobre esta profunda transformação, não fosse pelo incidente que aconteceu na tarde da última segunda-feira. Naquele momento, senti o gosto da vida sendo esmagada e a vontade de gritar estava na ponta da minha língua. Eu estava chegando aos capítulos finais do livro que estou escrevendo atualmente e meu computador travou. De repente, as edições de três capítulos inteiros desapareceram na frente dos meus olhos. Passei vários minutos tentando freneticamente reverter para a versão mais recente do manuscrito. Quando isso não funcionou, eu consultei o backup da máquina, apenas para descobrir que ele, também, havia dado erro. Quando eu percebi que nunca iria recuperar o trabalho que fiz nesses três capítulos, eu queria chorar, mas mais ainda, queria sentir e extravasar a raiva.

    Mas eu não podia porque era hora de pegar as crianças na escola e levá-las para o treino de natação em equipe. Com grande contenção, eu calmamente fechei meu laptop e me lembrei que poderia haver problemas muito piores do que reescrever esses capítulos. Então eu disse a mim mesma que não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer sobre esse problema naquele momento.

    Quando minhas filhas entraram no carro, elas imediatamente perceberam que algo estava errado. “O que há de errado, mamãe?”. Elas perguntaram em uníssono depois de vislumbrarem meu rosto pálido.

    Eu queria gritar: “Eu perdi três valiosos dias de trabalho no meu livro!”

    Eu tinha vontade de bater no volante com os punhos, porque sentada no carro era o último lugar que eu queria estar naquele momento. Eu queria ir para casa e corrigir os meus livros – e não transportar crianças para a natação, torcer roupas de banho molhadas, pentear cabelos emaranhados, fazer o jantar, lavar a louça e pôr crianças na cama.

    Mas ao invés disso, eu calmamente disse: “Eu estou tendo um pouco de dificuldade para falar agora. Eu perdi parte do meu livro. E eu não quero falar, porque eu me sinto muito frustrada.”

    “Sentimos muito”, disse a mais velha por ambas. E então, como se soubessem que eu precisava de espaço, elas ficaram quietas todo o caminho até a piscina. As crianças e eu cumprimos o nosso dia e, embora eu estivesse mais calma do que o habitual, não precisei gritar e tentei o meu melhor para abster-me de pensar sobre o assunto do livro.

    Finalmente, o dia estava quase terminando. Eu tinha colocado minha filha mais nova na cama e estava deitada ao lado de minha filha mais velha para nosso momento noturno de bater papo.

    “Você acha que vai conseguir seus capítulos de volta?”. A minha filha perguntou em voz baixa.

    E foi aí que eu comecei a chorar – não tanto pelos três capítulos, eu sabia que eles poderiam ser reescritos – o meu choro era mais um extravasamento, devido ao cansaço e frustração envolvidos em escrever e editar um livro. Eu estava tão perto do fim. E de repente ter arrancado de mim meu trabalho, foi algo extremamente decepcionante.

    Para minha surpresa, minha filha estendeu a mão e acariciou meu cabelo suavemente. Ela disse palavras reconfortantes como: “Os computadores podem ser muito frustrantes”, e “Eu poderia dar uma olhada na máquina para ver se consigo consertar o backup.” E então, finalmente, “Mãe, você pode refazer o que perdeu. Você é a melhor escritora que eu conheço”, e “Eu vou ajudar no que puder.”

    No meu momento difícil, problemático, lá estava ela, uma paciente e compassiva incentivadora que não pensaria em me chutar quando eu já estava para baixo.

    Minha filha não teria aprendido essa resposta empática se eu tivesse permanecido no hábito de gritar. Porque quando se grita, desliga-se o canal de comunicação, que por sua vez rompe o vínculo e afasta as pessoas – em vez de aproximar.

    “A coisa mais importante… É que a minha mãe está sempre pronta a me apoiar, mesmo quando eu estou em apuros”.

    Minha filha escreveu isso sobre mim, a mulher que passou por um período difícil, do qual não se orgulha, mas que a ajudou a aprender. E nas palavras da minha filha, eu vejo esperança para os outros.

    A coisa mais importante… É que não é tarde demais para parar de gritar.

    A coisa mais importante… É o perdão das crianças, especialmente se elas veem a pessoa que amam tentando mudar.

    A coisa mais importante… É que a vida é muito curta para se chatear com cereal derramado e sapatos fora do lugar.

    A coisa mais importante… É que não importa o que aconteceu ontem, hoje é um novo dia.

    Hoje podemos escolher uma resposta pacífica.

    E ao fazê-lo, podemos ensinar aos nossos filhos que a paz constrói pontes – pontes pelas quais podemos atravessar com segurança por sobre tempos difíceis.

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CYBERBULLYING

Sempre comento aqui sobre o blog Update or Die!
Adoro..sempre tem assuntos que gosto de compartilhar com pessoas que, como eu, se identificam.
O assunto de hoje preocupa bastante.
Sei que as escolas tentam fazer seu papel de alertar.
Alguns pais também.
Porém vejo que esta longe de acabar.
Pessoas (adultos ou crianças) inseguras tendem a ficar corajosas atras de um gadget…e se tornam inescrupulosas por serem covardes.
Vale a pena ver este video..e compartilhar!
“Fala sobre Luke.
Ele propõe 3 passos-chave para diminuir os casos de bullying online: STOP (parar), BLOCK (bloquear) e TELL (dizer).
Se você já praticou bullying contra alguém, pare e pense sobre a sua atitude, se coloque no lugar do outro; se você sofre bullying, não hesite em bloquear quem ataca seus perfis; por fim, denuncie, se ninguém souber o que acontece, ninguém poderá ajudar.”

 

 

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